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27/08/2021 às 09h12min - Atualizada em 27/08/2021 às 09h12min

Para evitar filho preso, mãe agride PMs e diz que foi estuprada em Campo Grande

Família não aceitou abordagem de homem que conduzia motocicleta sem CNH

MIDIAMAX
Foto: Divulgação
Durante abordagem a um homem, de 28 anos, na noite desta quinta-feira (26), no Bairro Jardim Noroeste, policiais militares foram agredidos pela família do suspeito. Na tentativa de evitar que o filho fosse preso, a mãe, de 46 anos, acabou sendo levada para a delegacia após acusar os policiais de estupro, rasgar sua própria bolsa e empurrar os policiais.

Conforme informações do boletim de ocorrência, os policiais faziam rondas pela rua Andrade Neves quando avistaram um motociclista andando pela calçada, com nervosismo e em atitude suspeita. O homem ainda estava sem capacete, de chinelos e, posteriormente, foi constatado que ele não possui habilitação.

Foi dada ordem de parada ao motociclista, que desobedeceu e entrou em uma residência. Após insistência dos policiais, ele confessou ter fugido porque não possui CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Contudo, ao confeccionarem os autos de infração de trânsito, os militares se depararam com a mãe do rapaz, alterada e dizendo que eles não poderiam prender seu filho. A mulher ainda teria mandado os policiais "irem prender bandido" e "caçar o que fazer".

Em seguida, ela teria dito que a motocicleta estava na calçada e faria parte da casa dela, e que "em sua casa ela quem mandava". A mulher ainda teria empurrado os policiais, momento em que recebeu voz de prisão. Ao resistir, ela chegou a atirar o celular em direção à equipe, rasgando sua própria bolsa.

O filho, então, também teria agredido os policiais com empurrões, junto a outros integrantes da família. Estes, contudo, ainda não foram localizados. Os militares acionaram apoio de outras três viaturas e todos foram encaminhados para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro. Ao chegarem ao local, a mulher ainda teria dito "que a equipe policial a estuprou". O caso foi registrado como resistência, desobediência, dirigir sem autorização e calúnia.

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