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26/05/2021 às 11h08min - Atualizada em 26/05/2021 às 11h08min

Na volta da escola, adolescente é arrastada para matagal e estuprada por marinheiro

Vítima acabou sendo estuprada outras vezes na volta da escola pelo autor

MIDIAMAX
Foto: Divulgação

Uma adolescente de 17 anos passou por momentos de terror ao ser estuprada várias vezes quando voltava da escola em transporte coletivo, na cidade de Corumbá a 444 quilômetros de Campo Grande. Ela foi arrastada para um matagal pelo autor de 39 anos, que era marinheiro e conhecia a família da menina.

O homem acabou preso e condenado a 9 anos e 7 meses de reclusão pelo estupro, em regime fechado, e a 1 mês e 5 dias de detenção pelo crime de ameaça, em regime aberto. Ele teve o direito de recorrer em liberdade. O autor ainda foi condenado ao pagamento de R$ 10 mil de indenização, sendo a sentença mantida em acórdão e publicada no Diário da Justiça desta terça-feira (25).

Consta na denúncia que no meio do mês de agosto de 2016, quando a garota voltava da escola por volta das 22h30, o denunciado a agarrou pelo braço e teria dito “ O que a senhorita está fazendo andando sozinha?”, em seguia a  arrastou para um matagal a estuprando.

Ela tentou fugir, mas ele a ameaçou com uma faca  “Se tentar correr ou gritar eu vou cortar sua língua e te espancar, já já vai descobrir o que quero fazer com você e se você falar alguma coisa para seus pais vou te machucar e a sua família também”. Com medo, a vítima não reagiu mais.

Em uma outra ocasião, ele novamente tentou estuprar a garota que conseguiu fugir. Mas, o acusado ainda lhe agrediu e teria feito ameaças a ela "você não vai escapar da próxima vez sua p*". Com medo, ela não contou a sua família. Não suportando mais os abusos e ameaças feitas pelo homem, que a cercava sempre na volta da escola a garota resolveu contar a mãe o que estava acontecendo.

O homem acabou preso e condenado a 9 anos e 7 meses de reclusão pelo estupro, em regime fechado, e a 1 mês e 5 dias de detenção pelo crime de ameaça, em regime aberto. Também foi condenado ao pagamento de R$ 10 mil de indenização.


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