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27/05/2022 às 09h11min - Atualizada em 27/05/2022 às 09h11min

Vereadores pedem documentos sobre impacto financeiro no reajuste do piso salarial do magistério

DA REDAÇÃO/ASCOM-CMC
Foto: Divulgação

O piso salarial para profissionais do magistério público da educação básica foi reajustado em 33,24%, após autorização feita pelo Governo Federal. Com a aprovação, o piso, valor mínimo que deve ser pago aos professores da rede pública em jornada de quarenta horas semanais, passa a ser R$ 3.845,63. 

Contudo, nesta terça-feira (24), a Câmara aprovou em Sessão Ordinária, o reajuste do piso salarial do magistério em 18% em Coxim. A decisão motivou discussões sobre o tema, já que os vereadores defendiam ter que aprovar os 33,24%.

VEJA NA MATÉRIA: Vereadores aprovam Projeto que reajusta piso salarial do magistério em 18%

Por conta disso, os vereadores Abilio Vaneli, Marly Nogueira, Marcinho Souza e Carlos Henrique apresentaram Requerimento cobrando do executivo municipal, justificativas e documentos que comprovem o impacto financeiro negativo que a adequação poderia gerar aos cofres públicos, caso o município aderisse aos 33,24%.

“É sabido que, caso o município não consiga arcar com o pagamento integral, pode solicitar recursos complementares para União. Vale lembrar também que segundo o site da transparência do município, Coxim recebeu em 2021 R$18,928.961,21 milhões do Fundeb (Fundo de Valorização dos Profissionais da Educação) e em 2022 deve receber R$21 milhões para aplicar na valorização dos profissionais da educação”, explicou.

O Requerimento teve aprovação de todos os parlamentares da Casa e segue para o executivo municipal dar uma resposta sobre o assunto.


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