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04/05/2022 às 09h12min - Atualizada em 04/05/2022 às 09h12min

PMA de Coxim autua empresa do MT em R$ 21 mil devido carga de madeira ilegal apreendida pela PRF

O veículo fazia o percurso entre Nova Maringá (MT), onde fora carregado, para a cidade de São Paulo (SP).

DA REDAÇÃO/IDEST
Foto: Divulgação/IDEST
Uma empresa transportadora, com domicílio jurídico em Várzea Grande (MT) foi autuada administrativamente pela PMA, por transporte ilegal de madeira. Os Policiais Militares Ambientais de Coxim foram acionados nesta terça-feira (03) à tarde, pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que reteve um caminhão tractor, marca Volvo FH40 com reboques acoplados, carregados de madeira nativa serrada, com suspeita que estaria sendo transportada ilegalmente.

A PMA deslocou-se ao posto da PRF e juntamente com os Policiais Rodoviários, realizaram a cubagem da madeira e verificaram que o veículo, que fazia o percurso entre Nova Maringá (MT), onde fora carregado, para a cidade de São Paulo (SP), transportava madeira em excesso ao que constava na nota fiscal e na documentação ambiental. A madeira serrada da espécie Cambará em cortes de Viga, Caibro, Sarrafo e Prancha perfez 70,45 m³ e o Documento de Origem Florestal (DOF-GF3) constava apenas 33,71 m³, havendo excesso de 36,71 m³, ou seja, em desacordo com a documentação apresentada, o que se caracteriza crime.

O veículo e a madeira foram apreendidos pela PRF, que confeccionou um Termo Circunstanciado da Ocorrência (TCO). A equipe da Polícia Militar Ambiental autuou a empresa administrativamente e aplicou multa de R$ 21.135,00. Os responsáveis pela transportadora também responderão por crime ambiental e poderão pegar pena de seis meses a um ano de detenção.

Tem sido comum este tipo de apreensão de madeira advinda da região Norte do Brasil. Os madeireiros conseguem a guia para uma quantidade de madeira de desmatamentos legalizados, que geram crédito legalizado no sistema online do órgão ambiental e enviam a mais do que consta no documento de origem florestal (DOF), normalmente para não pagar a reposição florestal, ou para depois passar madeira ilegal, com o crédito que fica no sistema, por ter passado cargas com excesso. No caso desta carga, o excesso excedia a carga constante da documentação, o que daria para carregar outro caminhão com uma possível carga de desmatamento ilegal.

FONTE: IDEST.COM.BR

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